quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Comunicação por si só


Falamos muito em comunicação e quase não falamos sobre o que ela é.

A comunicação tem papel essencial na realização de um ser humano. É por meio da comunicação oral que as pessoas personificam seu ser, sua interação com o mundo e instrui algo a alguém.

Por isso, vamos ver aqui a diferença entre comunicação verbal, oral e a não verbal (ou gestual) além de analisar características de um bom comunicador. Todos esses tipos de comunicação ajudam a visualizar, perceber e conscientizar sobre habilidades comunicativas que precisam ser trabalhadas ou potencializadas pertinentes ao favorecimento do sucesso.

O Homem é um ser único capaz de especificidades que o tornam um ser racional (pensante) por caracterizar-se como sujeito dentro de uma sociedade heterogênea por meio da palavra, ou seja, comunicação.

Em suma, os pensamentos, ideias, desejos e sentimentos de um indivíduo são expressados por meio da comunicação oral; este tipo de comunicação é dotada de um aparato rico com estruturas perfeitamente sincronizadas como uma orquestra sinfônica, onde há vários instrumentos que são controlados por um regente, que transmite informações aos executores no intuito de exercerem, no momento exato, as suas funções. Cada um destes instrumentos possui uma estrutura específica responsável por um som, onde interligado a uma outra estrutura forma uma orquestra magnífica, capaz de transmitir uma informação harmoniosa.


O sistema nervoso do cérebro transmite informações aos músculos, que por sua vez transmitem aos órgãos para que estes executem as suas funções. Os sons são agrupados para formar os fonemas, estes são articulados resultando em palavras. São estas palavras, um conjunto de fonemas articulados que denominamos de fala ou dicção. Para que a expressão dos pensamentos, das ideias, em forma de fala, sejam exteriorizados, comunicados, é necessário que haja sincronia entre o que você fala com o que você transparece através da linguagem corporal.

E o que é ser um comunicador eficiente?

Uma comunicação verbal eficiente é a capacidade que o indivíduo possui de persuadir o outro por meio de palavras, sendo capazes de adaptar o seu estilo para satisfazer as preferências individuais e culturais dos outros. É importante saber que uma comunicação competente seja uma característica que uma pessoa possui ou não. A competência comunicativa varia de acordo com quem se fala e quando se fala. Felizmente, ela é composta de uma série de habilidades que qualquer pessoa pode aprender, por meio da avaliação de si próprio e dos outros e treinamentos sistemáticos.

Embora a comunicação competente varie de acordo com as situações. Estudiosos definiram denominadores comuns que caracterizam a comunicação eficiente:

-O comunicador é capaz de escolher suas ações e respostas diante de uma conversação. Por exemplo: se calar, pedir a uma outra pessoa para pronunciar diante de uma ideia, expressar seu conforto ou desagrado diante desta ou pedir para o seu interlocutor se calar. Com estas opções de respostas, você pode escolher aquela que possui maiores chances de sucesso. Provavelmente se calar, pedir para o outro se calar ou dar indiretas de seu desconforto, suas chances de sucesso se reduzem. Neste sentido, faz se necessário saber quais destes comportamentos irá funcionar melhor em uma determinada situação. Deste modo, devemos considerar o contexto, a sua meta e a outra pessoa.

-As pessoas possuem melhores condições de desenvolver uma mensagem eficiente quando entendem o ponto de vista dos outros indivíduos. Saber ouvir, enxergar uma situação sobre a perspectiva do outro e a empatia, são elementos importantes para desenvolver estratégias que possa influenciar o nosso interlocutor.

-A habilidade para analisar o comportamento dos outros sob uma variedade de formas leva a uma maior monitoramento positivo da conversação potencializando a comunicação.
Postado por Karina Zanotto, Jully Kikuchi, Giulia Jubelini e Mayara Franco

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Três habilidades essenciais de comunicação para uma boa Liderança

Comprovado por estudos da Universidade de Harvard - EUA, 70 a 90% do tempo de trabalho de um líder é dedicado de alguma maneira à comunicação. Um líder passa a maior parte do tempo comunicand0-se, seja por telefone, e-mail, palestra ou em uma reunião. Portanto, para liderar, é preciso comunicar.

Apesar disso, um dos principais motivos de conflito entre líderes e colaboradores é a comunicação, ou a falta dela, o que compromete diretamente o desempenhos dos mesmos. Geralmente isso acontece porque a mensagem entre um e outro não é passada com clareza e assim, não havendo compreensão. Mal-entendidos se originam de briefings vagos, e-mails confusos, feedbacks desastrados ou da dificuldade do líder em ouvir atentamente o que o colaborador tem a lhe dizer, entre outros fatores.

Contudo, entendemos que no mundo corporativo atual, o papel do líder é desenvolver, agregar e influenciar pessoas, aprimorar as habilidades de comunicação, estimular o contato pessoal direto e usufruir de mensagens claras e objetivas.

Seguem abaixo três essenciais habilidades como dicas para torna-se um líder comunicativo:


A habilidade da escuta ativa

Ouvir seu colaborador fazendo mais mil coisas ao mesmo tempo não fará de você um líder comunicativo, para isso acontecer, é preciso escutar ativamente, ouvindo com toda atenção, sem julgamento e com a intenção genuína de entender e compreender a pessoa que fala.

Para começar, evite distrações e interrupções durante conversas importantes: deixe o computador de lado, desvie as chamadas de seu ramal para a secretária e silencie o celular. Essas medidas tão simples permitirão que você fique mais focado na conversa e sinalizarão ao colaborador que você se importa com o que ele tem a dizer. Uma boa dica é fazer pausas com resumos do que o próprio colaborador disser, falando coisas como "Deixa eu ver se entendi... você está me dizendo que..." e pedir para que lhe dê exemplos das situações que estão sendo colocadas.

Essa prática é chamada de espelhamento; ela permite alinhar o dito com o entendido e cria sintonia entre as pessoas que conversam.

Como vemos, o propósito da escuta ativa é entender o que o outro pensa e sente, como age ou o que está acontecendo, não deixando que certas informações fiquem vagas ou abstratas. Agindo dessa maneira, o líder poderá motivar, estimular, aconselhar, direcionar e ajudar melhor seus colaboradores, mantendo a comunicação de via mão-dupla e colhendo seus benefícios.


A habilidade da congruência

É a harmonia entre o que dizemos, demonstramos e fazemos. Um estudo feito por neurolinguistas mostra que, em uma conversa presencial, se dá mais crédito ao que nosso interlocutor transmite pela expressão corporal (55%), depois pelo tom de voz (38%) e, por último, pelas palavras (7%). Sendo assim, quando existe congruência, a comunicação é mais eficaz, pois nossa expressão não-verbal reforça o que dizemos. Porém, quando o não-verbal contradiz nossas palavras, a comunicação não tem o efeito desejado.

Tomando como exemplo um colaborador contando um problema para seu líder, podemos analisar que é perceptível o líder prestando atenção se ele está atento ao que se diz e não emitindo julgamentos, com olhares fixos. Já se o líder se demonstrar inquieto, mexendo em várias coisas ao mesmo tempo, podemos entender que ele não está prestando devida atenção. Isso também provoca consequências negativas no colaborador que provavelmente se sentirá inseguro.

Outra questão a ser abordada é que o discurso deve bater com a prática, ou seja, deve haver simetria entre o que se diz e o que se faz. A partir disso, ficará maia fácil motivar e orientar os colaboradores que terão seu líder de exemplo em suas atividades.


A habilidade da desconstrução

Desconstruir palavras é traduzi-las em ações concretas, de modo que o outro entenda o que temos em mente. O significado de uma palavra é algo que cada pessoa constrói a partir de suas experiências de vida. Se 10 pessoas escreverem uma relação de palavras que associam à palavra “casa”, o resultado será listas completamente diferentes, com ítens que se repetem em várias listas, enquanto outros só aparecem uma vez. Por exemplo, algumas pessoas associam casa a família, outra a hipoteca, outra a alvenaria e assim por diante. Portanto, os significados das palavras variam de pessoa para pessoa, o mesmo ocorre com palavras abstratas como paradigma, sinérgico, sustentabilidade, redirecionar, transparência e outras tantas que circulam no meio corporativo. Esses são exemplos de palavras de muitos significados, que cada um entende à sua maneira, e é das diferenças de significados que surgem muitos problemas de comunicação nas empresas.

Quando o líder diz ao colaborador para ser mais proativo no atendimento a um cliente, ele tem em mente que o colaborador antecipe os problemas que o cliente pode ter e planeje o que irá fazer caso os problemas ocorram, de modo a solucioná-los prontamente. O colaborador, por sua vez, entende que ser proativo é ser rápido e dinâmico, continuado a ser pego de surpresa quando os problemas acontecerem porque não os antecipou, mas tentará resolvê-los da forma mais rápida possível.

Assim, para garantir que o colaborador entenda o que se espera dele, o líder deve desconstruir o significado das palavras, traduzindo-a em ações concretas. A fórmula da desconstrução é dizer ‘o que uma pessoa X faz’ ou ‘X é fazer o quê’, sendo X a palavra que se quer desconstruir. No exemplo acima, a fala do líder ficaria assim: "Você precisa ser mais proativo no atendimento a esse cliente. A pessoa proativa antecipa os problemas que podem acontecer e planeja o que irá fazer caso os problemas ocorram".

Para completar, o chefe pede que o colaborador lhe diga como fará para ser proativo no atendimento àquele cliente, para certificar-se de que a instrução foi bem compreendida.

Conclusão:

Praticando a escuta ativa, a congruência e a desconstrução, o líder poderá experimentar uma sensível melhora na qualidade de sua comunicação.

(baseado no texto e ideias de Regina Gianetti)


Postado por: Karina Zanotto e Giulia Jubelini

domingo, 19 de setembro de 2010

Estilos de comunicação e Liderança


Os diferentes modos como as pessoas vêem a si mesmas afeta diretamente no modo como elas comunicam. Essa auto visão melhor determina a forma como elas se comunicam ao invés de eficácia da comunicação.
Porém, em uma organização, um líder deve e pode adquirir hábitos de comunicação esficazes, tornando as capacidades de comunicação elementos chaves para essa comunicação de via mão dupla.
A princípio, a comunicação deve assegurar que o público alvo compreendeu e interpretou de maneira eficiente e correta a mensagem específica que foi passada.
Por fim, a comunicação deve atingir o objetivo pretendido, portanto, o estilo da comunicação afeta no tipo de resposta evocada.

Existem três estilos básicos de comunicação, sendo eles: agressivo, passivo e assertivo.

Na maioria da vezes, as pessoas possuem uma mistura desses três estilos na prática. Contudo, diferentes situações podem abranger diferentes estilos ou até um pouco de cada para terem resultados eficazes.

Estilo de comunicação agressivo

O estilo agressivo é aquele que se acha superior aos demais e quer que todos façam o que lhe parece certo ou o que ele quer. Esse tipo não ouve os outros e tende a monopolizar, manipular e persuadir aos outros para que consiga o que quer.
Pensam que sabem tudo de tudo, que são inteligentes e cultos suficiente, e assim, ninguém tem nada para lhe acrescentar e/ou ensinar.
Esse comunicador é o tipo que aponta dedo, arregala os olhos e falam alto.
No dia a dia, esses comunicadores tendem a gerar respostas agrassivas e situações provocantes, além de um mal estar no ambiente organizacional, porém, em situações de crise por exemplo, esse estilo pode ser eficaz.
Ao invés de pensaram que estão alcançando objetivos, pensam que esses objetivos estão sendo sabotados por seguidores ressentidos.

Estilo de comunicação passivo

Esse estilo de comunicador é o típico que se acha inferior aos demais e que todos sabem mais que ele. Está sempre quieto e concordando com os outros, e portanto, só executa aquilo que lhe é mandado e exigido.
Esse tipo de pessoa está sempre evitando conflitos e por conta disso, concorda com ambas as partes de uma discussão para não causar mais problemas. Por insegurança, procuram a autorização de alguém antes de agir e preferem ser supervisionados.Poucas vezes conseguem o que querem e ficam quietos, tornando-se ressentidos quando se sentem mal tratados por superiores.
Contudo, tendem a perder a autoestima e ficam perdidos em relação a sua posição nas tarefas, sempre reclamando ao invés de realizando o que é necessário.
São os seguidores ideais, pois promovem as causas dos outros, mas geralmente não são tidos em muita consideração pelos seus colegas. Na prática, esse estilo de comunicação pode ser adequado numa situação onde não está muito em jogo. Quando lidamos com uma pessoa agressiva, provocar um conflito que só produzirá perda de tempo não produzirá resultados que valham a pena.

Estilo de comunicação assertivo

O comunicador assertivo é o que respeita ambas as partes e sabe trabalhar em grupo, pois sabem que têm direitos mas que as outras pessoas também tem. Nesse caso, ele não se sente nem supeior, nem inferior.
É confiante, decidido e realista. Negocia em vez de impor algo para os outros. Lida com uma relação de troca de respeitos com os demais e expressa seus pontos de vista honestamente e faz boas observações além de declarações de expectativa. Uma pessoa sensível aos sentimentos dos outros. "Que alternativas temos?" é geralmente sua abordagem quanto se discute caminhos possíveis. Na maioria das situações, o estilo assertivo de comunicação, com contato visual direto, gestos naturais e expressões honestas, que podem produzir resultados muito melhores do que os outros estilos mencionados anteriormente.

Existem outras formas de classificar os estilos de comunicação. Por exemplo, poderíamos distinguir os estilos de comunicação como:

Os "expressadores" são pessoas que se exaltam com facilidade, que gostam de reconhecimento e que podem ser inspirados a alcançar coisas grandes, quando a abordagem correta é utilizada;

Os impulsionadores têm pontos de vista fortes e decisivos e ficam melhor se fizerem as coisas à sua maneira; Os "ligadores" apreciam as relações acima de tudo e trabalham melhor quando as pessoas à sua volta demonstram interesse;
As pessoas analíticas trabalham de forma metódica e sistemática e produzem melhor quando existe um enquadramento estruturado a seguir.

Na realidade, são poucas as pessoas que usufruem do mesmo estilo de comunicação sempre ou em todas ocasiões, podendo comunicar de forma agressiva a quem achar inferior e de forma submissa a quem achar superior, por exemplo. Acontece muito quando se trata de seus superiores e ajem de outra forma quando se trata de seus subordinados. Algumas pessoas ainda agem de maneira manipuladora para alcançar o que querem ao usar de diferentes estilos. Em suma, a conscientização sobre os diferentes estilos e os seus resultados típicos pode melhorar a comunicação, podendo ser ferramenta estratégica por muitas situações.

Postado por: Karina Zanotto

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O líder motiva os colaboradores?

Toda organização tem a sua história, sua cultura, missão e valores.
Com a crescente competitividade interna e externa, as organizações promovem ações que as coloquem em um patamar cada vez mais diferenciado, cobrando dos seus colaboradores e líderes uma comunicação mais eficaz.
Na maioria das vezes as empresas colocam como líderes aqueles que tiveram boa formação escolar, mas se não souberem gerir pessoas e comunicar-se com elas, é quase impossível tornar-se um profissional de excelência. Para que esses profissionais agreguem valor, eles precisam atuar junto à equipe, com capacidade de influenciá-la e levá-la a obter resultados positivos alinhados com a organização. Nesse sentido, isso só será uma realidade se a liderança souber se comunicar, pois sem essa competência é provável que as metas traçadas não saiam do planejamento. A capacidade de comunicação deve ser essencial ao líder para que eles consigam o engajamento e comprometimento dos colaboradores na estratégia de aproximação com a empresa. Para que consigam motivar a sua equipe é preciso que os líderes reconheçam as funções de cada colaborador. E mais do que isso, traduzindo significa demonstrar agradecimento pelo trabalho feito, como por exemplo, uma matéria na revista interna. É nesse contexto que a comunicação interna entra e faz a sua parte!
Postado por Jully Kikuchi

terça-feira, 14 de setembro de 2010

COMUNICAÇÃO ENTRE O LÍDER E SEUS LIDERADOS

A comunicação deve ser gerenciada e profissionalizada nas empresas, pois ela é o sistema central da organização.
Atualmente, pode-se dizer que a comunicação é ou deveria ser o processo mais importante dentro de uma organização, pois é por meio da boa ou má comunicação que começam a aparecer ou desaparecer problemas decorrentes neste processo organizacional.
A comunicação deve fluir do líder de forma clara e significativa, é importante lembrar que, existem várias formas de se comunicar determinado fato e o importante é estar atento para com a equipe e observar qual a mlehor maneira de se colocar um dterminado assunto.
Normalmente, acha-se que só se deve reunir ou melhor, comunicar em épocas de crises ou em situações dificies, porém a comunicação vai muito além disso. Pois para que haja um melhor entendimento entre os lideres e liderados é necessa´rio que ambos conheçam a empresa onde trabalham, qual a sua missão, os seus objetivos, suas influencias, o valor de sua marca, para que usem a mesma linguagem.
Não existe uma fórmula para uma comunicação eficiente, a única coisa que se espera de lideres e liderados é que exista uma comunicação franca e honesta e que direcionem esta comunicação.

Liderar é gerar mudança, é saber falar e ouvir seus liderados e sendo assim, conclui-se que a comunicação pe um facilitador no processo de liderança.
Postado por: Giulia Jubelini e Mayara Franco

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

CHEFE X LÍDER

As mudanças que ocorrem nas empresas ao decorrer dos anos está ligada a compreensão das alterações no comportamento humano.
Saber liderar é umas das incógnitas cobradas dos próprios líderes nas empresas. As práticas do dia a dia vêm demonstrando a importância da presença do líder para coordenar e observar os esforços da organização e tudo que os envolve.
Para que isso aconteça, é necessário haver muita motivação e comunicação com todos os colaboradores, pois assim, entenderão melhor os objetivos da organização e possuem motivação suficiente para chegar a um bom resultado final. Contudo, fica evidente que o papel do líder está sendo efetuado com êxito.
Cada liderança é exercida de uma maneira, tipos e estilos diferentes, porém, direcionam seus esforços para um mesmo objetivo, o que diferencia bem um chefe de um líder. Nem todo chefe é líder, a diferença é clara no sentido que a tarefa de um chefe é fazer com que aja produção em um grupo, e liderar é influenciar de maneira positiva esse grupo para que consigam executar objetivos comuns a todos.
Devido a isso, os colaboradores esperam de seus líderes, atitudes como motivação, liberdade de expressão, responsabilidade, flexibilidade, compreensão, estímulo da criatividade e trabalho em equipe, comunicação clara e objetiva e feedback positivo para que assim sejam orientados a aprender, melhorar e corrigir erros.
Abaixo veremos a diferença de CHEFES e LÍDERES.
O primeiro é o chefe "Corda no pescoço", que está sempre nervoso e colocando a sua equipe, ou melhor, os subalternos para trabalhar a todo custo e sem reconhecimento. Afinal, esse tipo de profissional está preocupado só com ele mesmo e com o seu salário no final do mês. Não existe um relacionamento entre esse profissional e sua equipe. O diálogo é praticamente inexistente e o que geralmente vemos são expressões como: "se não produzir, já sabe", "não me responsabilizo por vocês", "estamos em uma crise mundial e vocês não estão nem aí", entre outros. Este chefe "corda no pescoço" está sempre procurando uma pobre alma para dar de exemplo e mostrar para os demais, as consequências de não trabalhar do modo que ele deseja.
Outro chefe é o "Cadeira de balanço". Seu discurso é sempre o mesmo: "antigamente era bem melhor, hoje está tudo mais difícil", "antigamente tínhamos mais liberdade e autonomia, mas hoje não posso nem comentar, se não sou demitido". Este chefe não motiva sua equipe e fica o tempo todo comparando com o passado. Vivemos em um mundo em constante mudança e este chefe não faz nada para melhorar e também não deixa ninguém fazer.
Há outro ainda que é o "Cadeira de praia", que gosta de mordomia, pois deseja que sua equipe faça tudo para ele. Para esse chefe tudo está bem, o negocio é ir "tocando o barco". Frases do tipo: "mês que vem nós verificamos isso...", ou, "não mexe nisso não..", são típicas desse chefe. Sua visão é que se ninguém está vendo, o melhor é deixar como está.
O verdadeiro líder é o "Maestro", que tem uma equipe unida o tempo todo. Ele sabe exatamente a função de cada um e o resultado que vai atingir ao liberar essa equipe. Quando um colaborador não está fazendo bem a sua função, procura ajudá-lo e orientá-lo, sempre com o objetivo principal a sua equipe. Notadamente este líder é reconhecido por sua equipe como uma pessoa justa, equilibrada e dedicada.
Postado por: Mayara Franco e Karina Zanotto

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Comunicação a chave da liderança

A comunicação é uma das ferramentas mais importantes que os líderes possuem. Tal como os satélites no espaço, uma comunicação eficaz e pensada para um alvo emite sinais poderosos, que representam a diferença entre uma vida enérgica ou uma morte lenta para a organização.
A comunicação só pode ser eficaz se as pessoas ouvirem e entedenrem a mensagem. Em um processo de mudança, a comunicação deve ser moldada e enviada de forma a consolidar a credibilidade e aumentar a confiança, pois só então poderá influenciar valores e crenças, da emsma maneira que a implantação de um plano de comunicação claro e consistente é de extrema importância para esse processo.
As ações falam muito mais alto que as palavras, por este motivo, os líderes são modelos para os colaboradores, desta forma, seus comportamentos devem coincidir com as suas declarações. Palavras sem açoes criam colaboradores e clientes insatisfeitos. A retórica deve ser apoioada por uma ação orientada para resultados.

Conclui-se que, as organizações precisam utilizar a comunicação como um fator-chave, uma estratégia organizacional!
Postado por: Mayara Franco

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Torre de Babel

Baseado nas ideias de Carlos Hilsdorf.

Em qualquer organização nos deparamos com grupos de pessoas. Esses grupos não trabalham individualmente, tendo certos resultados que só podem ser atingidos em conjunto. Tal interdependência e a soma das competências individuais multiplicam o resultado, tanto em uma pequena empresa quanto em uma mega corporação.
A qualidade desse resultado depende da maneira com que os valores individuais estão alinhados e conectados uns aos outros e com os objetivos principais da organização.
Caso haja uma falha nessa conexão por ausência de uma estratégia clara e coerente, todo o trabalho realizado sofre uma consequência, diminuindo radicalmente as possibilidades de sucesso. Esse processo é chamado Torre de Babel... ou seja, é quando um trabalho individual mal feito, atrapalha todos os outros. Não se pode olhar apenas para o "próprio nariz".
Por isso, vemos que o Torre de Babel ocorre devido a uma grande deficiência na comunicação.
A melhor maneira de evitar o Torre de Babel é obtendo uma comunicação clara, objetiva e principalmente transparente, além de possivelmente rápida. Quando menor o número de intermediários entre o comunicador e aquele que recebe a comunicação, melhor. Assim, evitamos que a mensagem seja modificada ou que sua eficácia seja prejudicada.
A eficácia da comunicação é responsável por manter as pessoas conectadas com os objetivos e metas da empresa. Qualquer líder competente deve colocar em primeiro lugar a tradução das metas, crenças, princípios e valores de sua organização para seus colaboradores.
O papel fundamental da liderança pressupõe o exercício contínuo do capital ético e do capital moral, somente assim será conseguida coesão entre as pessoas e os objetivos propostos.


Dicas importantes segundo Carlos Hilsdorf :

1. Em uma organização, todas as pessoas e fatos estão, direta ou indiretamente, interconectados. Qualquer fato novo, bem como qualquer atitude nova, afetará de maneira global os resultados dos negócios.

2. Todos devem conhecer o que são e quais são os canais de comunicação. E-mails servem apenas para documentar comunicações e acordos, não devem, em hipótese alguma, serem utilizados como substitutos para a comunicação interpessoal. Nada absolutamente sério e relevante, cujas repercussões levem a dúvidas ou mudanças significativas, deve ser comunicado apenas por e-mail!

3. Cabe ao profissional exercendo funções executivas nutrir o “orgulho em pertencer”, a coerência das crenças e a importância dos valores da organização. Líderes devem saber estabelecer um sentimento de valor e segurança em seus liderados!

4. É essencial compreender a empresa como um conjunto de pessoas unidas por um sonho coletivo, sonho que somente podem construir juntas, em regime de interdependência. Egoísmo em empresas é um profundo elemento desagregador. Não há comprometimento verdadeiro na presença do egoísmo e da fogueira das vaidades.

5. O comportamento dos líderes estabelece um código de conduta moral para seus liderados. A velha forma “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” demonstra hipocrisia, jamais liderança. Na ausência de coerência ético-moral não existe liderança. Na ausência do exemplo positivo, o contra-exemplo, lamentavelmente, suscita ao boicote, desrespeito e sabotagem. A atividade de um líder e de um gestor não está, e jamais esteve restrita às ações de medir, controlar e supervisionar. Um verdadeiro líder inspira as pessoas com suas atitudes e trata com muita habilidade os ativos intangíveis da organização, tais como: prazer, satisfação, reconhecimento, auto-estima, motivação, inspiração, clima e atmosfera organizacional. Os verdadeiros gestores e líderes estão conscientes que os resultados só acontecem através das pessoas. Para eles, o capital humano não é apenas um belo discurso, mas a razão de ser da organização. O modelo “Torre de Babel” só se instala quando as pessoas não falam a mesma língua e elas jamais falarão a mesma língua se as palavras contradizem as atitudes.

Se na sua empresa as pessoas são consideradas o maior capital da organização, faça duas coisas:

1) Certifique-se de que elas se sentem verdadeiramente assim;

2) Garanta as condições para que isto se mantenha como um valor inalienável. Empresas incoerentes são mais perigosas para si mesmas que seus maiores concorrentes. Você pode vencer seus concorrentes externos, mas se promover “concorrentes” dentro da organização em posições de decisão, a guerra está perdida. Coerência é uma das maiores virtudes de uma organização e, não por acaso, do próprio ser humano.


Postado por: Karina Zanotto


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Estilos de comunicação de líderes

Cada líder aprende hábitos de comunicação eficaz, suas habilidades e capacidades de comunicação são os elementos - chaves para a gestão eficaz. Primeiramente, a comunicação deve assegurar que os públicos compreendam a mensagem que o comunicador quer transmitir, logo após, deve receber a resposta ou "feedback" desejado. Nesse sentido, pode existir três tipos de comunicação que os líderes usam em suas equipes, que são geradas de acordo com a cultura da organização e cabe a comunicação interna facilitar a comunicação empresarial e transmití-la de maneira clara e objetiva para o público interno. Sendo eles:
- Estilo de comunicação agressivo: Esse tipo tende a não ouvir os outros e monopoliza a comunicação, pois se sente superior aos outros.
- Estilo de comunicação passivo: O líder passivo sente-se inferior ao outro, não expressa sua opinião e concorda sempre com o outro.
- Estilo de comunicação assertivo: É caracterizado principalmente por respeitar ambas as partes envolvidas e não há sentimento de superioridade ou inferioridade.

Postado por: Jully Kikuchi

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"Fomos Heróis"


O filme "Fomos Heróis" mostra a importância do trabalho de um líder dentro das organizações e como a comunicação é fundamental. Mostra como o exemplo do líder faz a diferença no desempenho dos colaboradores (soldados).
O Filme é bastante interessante, pois não é apenas um mero filme, uma vez que, aborda temas importantes como a Motivação, a Liderança, a Comunicaçao Interna e trabalho em equipe. Ele enfatiza bastante a Liderança e a Comunicação.
A motivação trabalhada no filme é de extrema importância, cujo líder motiva e reconhece os seus subordinados sempre elogiando, trazendo o feedback para os seus soldados, pautando os pontos fortes e fracos de cada um. E mesmo quando os soldados pensavam em desistir o líder sempre estava presente para motivar e incentivar.
O diferencial do líder do exército americano era a capacidade de estar envolvido na guerra, participando e arriscando a sua própria vida, ao contrário do Líder do Vietnã que apenas traçava estratégias que não o envolvia, pois não queria saber de enfrentar a guerra na pele.

A comunicação interna é responsável por circular as informações, o conhecimento, de forma verticalmente, ou seja, da direção aos níveis subordinados e horizontalmente, entre os colaboradores do mesmo nível de subordinação, por esse e outros motivos a comunicação precisa estar engajada com o líder.


Clique no link abaixo para assitir e entender ainda mais sobre Liderança!
Postado por: Mayara Franco